segunda-feira, 24 de julho de 2017

Santa Sé recorda que Bispos celebrem a Missa Tridentina Pontifical apenas com Diáconos e Subdiáconos


Resposta da Pontifícia Comissão "Ecclesia Dei"


Oferecemos aos nossos leitores uma resposta da Pontifícia Comissão “Ecclesia Dei” a algumas questões referentes à Missa celebrada por um Bispo.

Confira a Carta resposta:
Confira uma tradução livre:

Prot. N. 39/2011L - ED                                                        14 de junho de 2017

Caríssimo Senhor,

Esta Pontifícia Comissão agradece por sua Carta de 23 de Março de 2017 na qual foram levantadas várias questões relacionadas à possibilidade do Bispo celebrar uma Missa Cantada sem os ministros sagrados (a chamada Missa Pontifical Cantada”) de acordo com a Forma Extraordinária.

Em resposta, este Dicastério deseja sublinhar que, de acordo com o Motu Proprio Summorum Pontificum e a Instrução Universae Ecclesiae, os livros litúrgicos da Forma Extraordinária são os que estavam em vigor em 1962. Ditos livros não preveem a possibilidade de um Bispo celebrar a Missa Cantada sem a assistência dos ministros sagrados. Em vez disso, de acordo com esses livros, os Bispos podem celebrar a Missa Rezada (também conhecida como Missa Prelatitia) ou a Missa Pontifical com a assistência dos ministros necessários.

Esperando que o que dissemos acima responda suas perguntas, permanecemos com os melhores desejos de oração.

Sinceramente em Cristo,

O Secretário da Pontifícia Comissão “Ecclesia Dei”

PHILIPPINES

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N.T: Quando se diz "Missa Cantada" entenda-se a Missa Solene do Bispo (e não a Missa Cantada de um simples sacerdote). 

Via: Blog Forma Extraordinária do Rito Romano

sexta-feira, 14 de julho de 2017

Dom Athanasius Schneider celebra Missa Tridentina no Santuário de Fátima

Hoje, 14 de Julho de 2017, SER o Sr. D. Athanasius Schneider celebrou Missa Antiga na Basílica da Santíssima Trindade, no Santuário de Fátima. Acorreram mais de 150 pessoas, portuguesas e não só. Vários sacerdotes e religiosos assistiram à Missa, com bastante piedade, assim como os demais fiéis. Apresentamos aqui algumas fotografias da Santa Missa. A celebração do centenário da aparição de Julho da Virgem Santíssima foi marcada pela presença dos bispos da antiga URSS. Rezemos, então, pela conversão da Rússia, prometida por Nossa Senhora há 100 anos na Cova da Iria.







Via: Senza Pagare

terça-feira, 11 de julho de 2017

Núncio Apostólico do Brasil celebrará Missa Tridentina em Agosto

A Administração Apostólica Pessoal São João Maria Vianney, tem a honra de convidar os Bispos, Sacerdotes, Seminaristas, Religiosos (as), e todos os fiéis em geral para a Santa Missa Pontifical em Ação de Graças Pelos 15 anos da Administração Apostólica e Ordenação Episcopal de Dom Fernando Arêas Rifan, no dia 19 de agosto de 2017, às 18:00 horas
Santa Missa Pontifical celebrada por S. Exª. Revmª. Dom Giovanni d’Aniello,
Núncio Apostólico do Brasil
Na Igreja Principal da Administração Apostólica,
Paróquia do Imaculado Coração de Nossa Senhora do Rosário de Fátima.
Av. Visconde de Alvarenga, 354/386 28053-000 – Parque Leopoldina
Campos dos Goytacazes, RJ
Esta nota foi divulgada oficialmente pelos meios de comunicação da Administração Apostólica. Dom Giovanni d'Aniello é o representante civil e canônico direto do Papa em território brasileiro e celebrará em ação de graças pelos 15 anos do acordo entre a Santa Sé e os Padres de Campos, na qual resultou a criação da Administração Apostólica que recebeu a faculdade de  celebrar todos os sacramentos conforme a liturgia em vigor antes do Concílio Vaticano II. 

sexta-feira, 7 de julho de 2017

"Orgia gay e drogas" Polícia do Vaticano acaba com festa, secretário de Cardeal progressista envolvido


Embora tenha acontecido há 2 meses, o escândalo chegou agora aos meios de comunicação social: A Gendarmeria Vaticana (a polícia do Estado do Vaticano) fez uma rusga a um apartamento no qual se deparou com uma "orgia gay" acompanhada de grandes quantidades de drogas, nomeadamente cocaína. 

Foi imediatamente detido o habitante do dito apartamento, e responsável pela "festa", Mons. Luigi Capozzi, de 49 anos. Mons. Capozzi é o secretário do Presidente do Pontifício Conselho para os Textos Legislativos, Cardeal Francesco Coccopalmerio. O Cardeal Coccoplamerio, de 79 anos, fez, no passado, declarações enaltecendo os aspectos positivos dos "casais" de pessoas do mesmo sexo, contra o que ensina o Catecismo. Mais recentemente, escreveu um livro no qual defende que a Amoris Laetita, a exortação apostólica do Papa Francisco sobre a Família, deve ser interpretada no sentido de permitir os sacramentos aos "divorciados recasados", algo que iria contra o que a Igreja defendeu nos últimos 2000 anos, em obediência ao que lhe ensinou Jesus Cristo.

O apartamento em questão faz parte do 'Palazzo del Sant'Uffizio', que se encontra fora dos muros do Vaticano. Por tal, a porta do Palácio escapa ao controle tanto da Guarda Suíça como da Gendarmeria. Isto permitia a entrada constante de pessoas estranhas àquele edifício, pessoas essas que se dirigiam invariavelmente ao apartamento em questão. Este entra e sai permanente incomodou os restantes habitantes, quase todos Cardeais ou Monsenhores que trabalham no Vaticano, e levou a que fossem feitas várias queixas junto da Gendarmeria.

Foram essas queixas que estiveram na origem da rusga feita ao apartamento, que foi executada apenas pela polícia vaticana, e não pela polícia italiana, porque o edifício é extra-territorial em relação ao território italiano.

Mons. Capozzi foi conduzido pela Gendarmeria a uma clínica de reabilitação, para lutar contra a toxicodependência, e está agora num longo retiro, algures em Itália, certamente para pensar na vida.

Convém relembrar que os seminários têm instruções claras para expulsar imediatamente qualquer seminarista que apresente tendências homossexuais, o que infelizmente nem sempre acontece. Por causa disso a imagem da Igreja fica manchada com os abusos sexuais de sacerdotes a rapazes adolescentes (os famosos casos de "pedofilia") e com escândalos como este que acontecem no coração da Igreja, a poucos metros de onde vive o Papa.

Rezemos pela pureza dos corações dos nossos sacerdotes.

João Silveira

Via: Senza Pagare

quarta-feira, 5 de julho de 2017

Falece um dos autores das Dubias, o Cardeal Meisner

Faleceu na madrugada desta Quarta-feira aos 83 anos de idade  o Cardeal Joachim Meisner, Arcebispo emérito de Colônia. O Cardeal Meisner era um dos quatro autores das Dubias entregues ao Papa Francisco com questionamentos sobre a doutrina da Amoris Laetitia, acabou morrendo sem ter uma resposta. 

"Combati o bom combate, acabei a carreira, guardei a fé" 2Timóteo 4, 7

terça-feira, 4 de julho de 2017

12 novos Sacerdotes para o Rito Tradicional



O Cardeal Burke ordenou em Lindenberg 7 Sacerdotes para a Fraternidade São Pedro, por sua vez Dom Arrieta (Secretário do Pontificio Conselho para Textos Legislativos) ordenou em Bordeaux 5 Sacerdotes para o Instituto do Bom Pastor do qual 2 são brasileiros; na ocasião também foram ordenados 3 diáconos e 1 subdiácono. 
Confira as fotos: 












Via: Senza Pagare e Portais Oficiais do IBP

Vaticano fará de tudo para conseguir transferir Charlie Gard para Roma, diz secretário de Estado

O cardeal fez a declaração depois que o hospital onde Charlie está internado recusou a proposta do hospital do Vaticano de transferir o bebê.



O Great Ormond Street Hospital, a instituição de Londres onde o bebê Charlie Gard está internado desde outubro, recusou a proposta do Hospital Pediátrico Bambino Gesù, de Roma, que se dispôs a acolher o bebê em suas instalações. O hospital inglês diz que não pode trasladar o menino por motivos legais. Porém, o secretário de Estado do Vaticano, o cardeal Pietro Parolin, disse que “a Santa Sé fará o possível para superar os obstáculos legais que não permitem a transferência do pequeno Charlie Gard”.
O Bambino Gesù, que pertence à Santa Sé, se disse pronto para receber Charlie “pelo tempo que lhe resta para viver”, segundo disse a sua presidente, Mariella Enoc. O bebê está no centro de uma polêmica que ganhou repercussão mundial depois que o Judiciário britânico deu aval à decisão do hospital em que ele está internado de não permitir que os seus pais o levem aos Estados Unidos para tentar um tratamento experimental.
“A mãe de Charlie, uma senhora muito determinada, entrou em contato comigo e me pediu que a possibilidade de tratamento para o bebê seja verificada. Nossos médicos estão aprofundando essa possibilidade”, disse Enoc nesta terça-feira (04/07). A oferta do Bambino Gesù foi comunicada ao hospital de Londres pelo embaixador italiano Pasquale Terracciano.
Segundo Enoc, Connie Yates, a mãe de Charlie, é “determinadíssima a combater até o fim”. “Não sei se um tratamento é possível”, disse a presidente do hospital. “Os nossos cientistas vão aprofundar o tema e depois falarão diretamente com a família”.
O próprio médico norte-americano que ofereceu um tratamento experimental à família já admitiu, porém, depois de analisar documentos sobre o estado de saúde de Charlie, que “é muito improvável que ele melhore com essa terapia”. Não se conhece cura para a enfermidade de Charlie e o tratamento que ele propõe ainda não foi testado nem em modelos animais. Além disso, o cérebro do bebê já está por demais comprometido para que ele possa apresentar qualquer melhora significativa.
“Na vida há zonas cinzas. É muito difícil dizer se esse caso é de obstinação terapêutica ou não”, reconheceu Enoc. “Assim, me abstenho de julgar essa zona cinza e faço a única coisa que posso, ou seja, dizer que podemos acolher a família e acompanhá-la, como nos pediu o papa”.
O cardeal Parolin disse que “é importante oferecer toda a acolhida”, para que os cuidados com o menino prossigam. “Se pudermos superar esses problemas, assim faremos”, disse o prelado. O ministro das relações exteriores da Itália, Angelino Alfano, disse ainda que deve conversar amanhã, por telefone, com Boris Johnson, titular do mesmo ministério no Reino Unido.
Com informações de La Repubblica.
Via: Sempre Família 

segunda-feira, 3 de julho de 2017

Francisco sepulta era Bento XVI na Congregação para Doutrina da Fé

Trechos do artigo do historiador Alberto Melloni - tradução Moisés Sbardelotto.

"Desde que a Suprema Congregação da Romana e Universal Inquisição foi fundada em 1542, os 46 titulares deixaram o cargo: ou porque foram feitos papas (quatro vezes, incluindo Ratzinger); ou por nomeação a um cargo mais alto (três casos); ou por idade (três casos); apenas dois foram demitidos (Marescotti em 1716 e Panebianco em 1882) já doentes, e os outros morreram no cargo.


Nunca tinha acontecido que um prefeito que ainda não tinha 70 anos de idade e com saúde recebesse a dispensa no milimétrico prazo do seu período de cinco anos que já é fixado como duração de todo mandato renovável: (Francisco)* [...]fez isso com o estilo recolhido e inflexível de quem não tem um desígnio de poder, mas uma urgência evangélica. 

Os porquês dessa licença não são indecifráveis e encontram confirmação no próprio modo em que surgiu a sensacional notícia. O adeus a Müller teve devia ser tornado público pela Santa Sé nesta segunda-feira: mas, depois de sair da audiência da sexta-feira passada, o purpurado se abriu com alguns amigos de comprovada indiscrição, e, à noite, todos sabiam de tudo".

"Com Ladaria – que conhece muito bem a máquina da Congregação e não poderá ser usado ou enganado por alguns, seja no plano teológico, seja no disciplinar – termina a era Ratzinger do ex-Santo Ofício.

Quando João Paulo II, em 1981, levou a Roma o então arcebispo de Munique, ele queria exatamente um juiz e intérprete capaz de transformar em uma política doutrinal o seu magistério pastoral. Ratzinger se prestou de bom grado a servir de juiz e intérprete dogmático do papa: freou-o quando pensava que ele estava exagerando (Wojtyla queria selar uma encíclica sobre a vida com o crisma da infalibilidade; forneceu-lhe a categoria de magistério “definitivo” para domar as discussões difíceis; emprestou-lhe a sua eclesiologia universalista). 

Assim que se tornou papa, Bento XVI não precisava de ninguém: e chamou Levada e, depois, Müller (do qual se esperava o acordo com os lefebvrianos nunca alcançado), mas não lhe deu a púrpura. Francisco manteve Müller e o criou cardeal: deixando-o livre para outro cargo ao término do primeiro mandato, Francisco disse que o seu ministério não precisa de tutores, porque tem no Evangelho sine glossa o seu aguilhão e a sua medida".

*Acréscimo do Editor
Fonte: www.ihu.unisinos.br

sábado, 1 de julho de 2017

Dom Ladaria, novo Prefeito para a Doutrina da Fé


Cidade do Vaticano (RV) – O Santo Padre agradeceu ao Cardeal Gerhard Ludwig Müller ao concluir seu mandato quinquenal de Prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé – assumido em 2 de julho de 2012 - e de Presidente da Pontifícia Comissão “Ecclesia Dei”, da Pontifícia Comissão Bíblica e da Comissão Teológica Internacional.
Para sucedê-lo, o Pontífice chamou o jesuíta espanhol Dom Luis Francisco Ladaria Ferrer, Arcebispo titular de Tibica, até agora Secretário da mesma Congregação.
O novo Prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé nasceu em 19 de abril de 1944, em Majorca.
Atualmente era Secretário da Congregação para a Doutrina da Fé e membro ativo da Comissão Teológica Internacional, além de docente de Escatologia na Pontifícia Universidade Gregoriana, onde reside.
Formado em Direito na Universidade de Madrid (1961-66), Dom Luis Francisco Ladaria Ferrer entrou na Companhia de Jesus em 17 de outubro de 1966, tendo então sido enviado a estudar Filosofia na Pontifícia Universidade de Comillas, em Madrid (1967-1969).
A etapa sucessiva foi cumrpida na Philosophisch-theologische Hochschule Sankt Georgen, em Frankfurt (1968-73), onde obteve o Diploma em Teologia. Foi ordenado sacerdote em 29 de julho de 1973.
Em 1975 obteve o Doutorado em Teologia na Pontifícia Universidade Gregoriana, em Roma, com uma dissertação sobre o  tema “O Espírito Santo em Santo Hilário de Poitiers.
Foi Professor de História dos Dogmas na Pontifícia Universidade de Collimas. Em 1984 foi chamado para ser Professor Ordinário de Teologia Dogmática na Pontifícia Universidade Gregoriana. De 1986 a 1992 foi Vice-Reitor da mesma Universidade.
Membro da Comissão Teológica Internacional em 1992, em 3 de março João Paulo II o nomeou Secretário Geral do organismo, cargo mantido até 22 de abril de 2009.
Desde 1995 é consultor da Congregação para a Doutrina da Fé, para a qual Bento XVI o nomeou Secretário em 9 de julho de 2008.
Ordenado Bispo pelo Cardeal Tarcisio Bertone, teve por co-consagrantes os Bispos William Joseph Levada e Vincenzo Paglia. Bento XVI lhe designou a sede titular de Tibica.
Dom Luis Francisco Ladaria Ferrer faz parte da Comissão da santa Sé para o diálogo com a Fraternidade Sacerdotal São Pio X, criada em 26 de outubro de 2009, junto com Dom Charles Morerod, Monsenhor Fernando Ocariz – atual Prelado do Opus Dei e Padre Karl Josef Becker, jesuíta, consultor da Congregação para a Doutrina da Fé. (JE)

Via: Rádio Vaticano